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	<title>Eric Novello &#187; Pessoal</title>
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	<description>Escritor, tradutor e roteirista.</description>
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		<title>Na gráfica!</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 16:44:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eric Novello</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura e HQ]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoal]]></category>
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		<description><![CDATA[Ô frase boa. Faz tempo que eu não falava isso: meu livro novo foi para a gráfica. Aê! Como o prazo era hoje de manhã, fiquei ontem até meia-noite mexendo nele com o editor, criando umas brincadeiras novas. Podem me chamar de compulsivo ou de maluco mesmo, mas é que o Neon Azul exigia uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Ô frase boa. Faz tempo que eu não falava isso: meu livro novo foi para a gráfica. Aê! Como o prazo era hoje de manhã, fiquei ontem até meia-noite mexendo nele com o editor, criando umas brincadeiras novas. Podem me chamar de compulsivo ou de maluco mesmo, mas é que o <a  rel="nofollow" href="http://ericnovello.com.br/livros/neon-azul/" target="_blank">Neon Azul </a>exigia uma atenção extra por não ser uma narrativa linear e de vez em quando colocar a dimensão tempo em segundo plano, privilegiando os personagens, que sempre serão o centro do meu processo criativo.</p>
<p style="text-align: justify;">Os leitores mais doidos do que eu podem até ler os capítulos em uma ordem aleatória, mudando o momento das revelações do livro. Acho isso bem bacana. Eu escolhi a ordem que será impressa com o objetivo de conduzir o leitor por um passeio dentro do Neon Azul. Como assim? Eu explico.</p>
<p style="text-align: justify;">Você começa conhecendo o ponto de vista de um personagem que está sempre na porta. Depois, entra no Neon e conhece o primeiro andar, sobe para o mezanino e vai investigando cada canto, cada história e detalhe sombrio, até que você deixa o Neon Azul junto com dois dos personagens que eu mais gosto e vai para a casa de um deles, para o quarto mais especificamente ;) e volta para o conforto da sua consciência. Um belo programa turístico na minha mente conturbada. Mas, nada impede que o leitor sacuda tudo e decida ler de trás pra frente, por que não?</p>
<p style="text-align: justify;">Como eu disse, o mais importante ali são os personagens, os dramas de cada um, o que eles precisam enfrentar para conseguir o que eles querem. Alguns precisarão literalmente tacar fogo no passado, outros matar a família (e ir ao cinema?), um deles terá que assinar um papel, aquele mesmo que você está pensando. Torço para que o leitor curta o meu parque de diversões e que goste mais ainda das companhias. Depois da leitura, teremos muito o que debater.</p>
<p style="text-align: justify;">Sempre lembrando, não tenho nenhuma ilusão de perfeição. Aliás, acho que um livro perfeito seria um livro chato, e o que eu gosto mesmo é de me arriscar, de expandir meus horizontes e os do leitor. Tenho certeza que muitos leitores verão coisas no livro que eu não vi, dividirão interpretações que serão melhores do que as minhas, porque é para isso que um livro existe, para ser uma viagem particular, sem regras, sem limites. É um mundo dentro do reflexo do espelho de outro espelho de outro espelho. É um mundo também dentro de um sonho, de uma viagem louca de LSD, ou uma realidade árida, causticante, cheia de lunáticos religiosos e figurões do crime. O Neon Azul tem isso tudo dentro dele. Ou não. Depende do dia, depende da dose. Vocês, eu, a gente descobre dia 28 de agosto lá no Fantasticon.</p>
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		<title>Neon Azul, de Eric Novello</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 03:02:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eric Novello</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pessoal]]></category>

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		<description><![CDATA[* post fixo e mutante &#8211; acompanhe as atualizações do blog logo abaixo. Estarei no Fantasticon (SP) autografando o livro nos dias 28 e 29 de agosto. Passem por lá. Pré-venda: Você encontra o livro na Livraria Cultura,  na Livraria Saraiva, na livraria Moonshadow, e também na Siciliano. Leia na página oficial do Neon Azul [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a  rel="nofollow" href="http://ericnovello.com.br/wp-content/uploads/2010/06/capa_neon_a.jpg" class="thickbox no_icon" title="capa_neon_a"><img class="alignleft size-medium wp-image-12317" title="capa_neon_a" src="http://ericnovello.com.br/index.php?feedimage=wp-content/uploads/2010/06/capa_neon_a-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" /></a>* post fixo e mutante &#8211; acompanhe as atualizações do blog logo abaixo.</p>
<p style="text-align: justify;">Estarei no <a  rel="nofollow" href="http://fantasticon.com.br/" target="_blank">Fantasticon</a> (SP) autografando o livro nos dias 28 e 29 de agosto. Passem por lá.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Pré-venda:</strong> Você encontra o livro na <a  rel="nofollow" href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/resenha/resenha.asp?nitem=22163961&#038;sid=00157117012610406985300711&#038;k5=1233012E&#038;uid=" target="_blank">Livraria Cultura</a>,  na <a  rel="nofollow" href="http://www.livrariasaraiva.com.br/produto/3055100/neon-azul/?ID=BD1500A47DA070C0E1E240676" target="_blank">Livraria Saraiva</a>, na <a  rel="nofollow" href="http://moonshadows.com.br/loja4/product_info.php?products_id=4413" target="_blank">livraria Moonshadow</a>, e também na <a  rel="nofollow" href="http://www.siciliano.com.br/produto/3055100/neon-azul/3055100?ID=C94072447DA071B1130270383&#038;FIL_ID=102" target="_blank">Siciliano</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Leia na <a  rel="nofollow" href="http://ericnovello.com.br/livros/neon-azul/" target="_blank">página oficial do Neon Azul</a> o release e trechos dos capítulos 1, 2, 3 e 4.</p>
<p style="text-align: justify;">Em setembro, uma promoção unindo Neon Azul e Vaporpunk &#8211; a coletânea steampunk que vai dar o que falar.</p>
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		<title>Neon Neon, lá nos primórdios</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Jul 2010 17:38:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eric Novello</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura e HQ]]></category>
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		<category><![CDATA[neon azul]]></category>

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		<description><![CDATA[Me dei conta de que julho está chegando à metade e me bateu um desespero de meio de ano de que não conseguirei fazer nada do que gostaria  em 2010. É um desespero diferente, porque está tudo encaminhado e eu não tenho muito o que fazer além de esperar. Fico na torcida pelas minhas novidades [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Me dei conta de que julho está chegando à metade e me bateu um desespero de meio de ano de que não conseguirei fazer nada do que gostaria  em 2010. É um desespero diferente, porque está tudo encaminhado e eu não tenho muito o que fazer além de esperar. Fico na torcida pelas minhas novidades e pelas novidades dos amigos. Já estou com trabalho agendado para 2011, veja que bacana, cheio de idéias e alguns &#8220;okays&#8221; do povo do dinheiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando decidi que queria ser escritor 8 anos atrás, tinha 4 histórias na cabeça. O Dante, que foi meu primeiro livro. O Histórias da Noite Carioca, o segundo. Uma versão de Alice, super experimental e inédita. E o <a  rel="nofollow" href="http://editoradraco.com/2010/07/neon-azul-romance-de-eric-novello/" target="_blank">Neon Azul</a>, que sai agora em agosto, com lançamento no <a  rel="nofollow" href="http://fantasticon.com.br/" target="_blank">Fantasticon.</a> Quando eu escrevi o Neon, me deparei com várias das minhas limitações de autor. Ele era um livro muito maior do que eu, exigia mais do que eu sabia oferecer. Então ele foi para a gaveta, passou anos quietinho nela enquanto eu lia, escrevia, aprendia. Aí eu fiz a primeira revisão e mandei para duas editoras. Só duas mesmo. Nada de envios transloucados pelo correio. Uma nunca me respondeu (vim conhecer o editor 3 anos atrás, curiosamente). A outra mandou aquela famosa cartinha cheia de elogios, mas que diz não no final. Foi uma puta sorte. Agradeço muito às teias invisíveis do universo por essas duas negativas. O Neon voltou para a gaveta e lá ficou até eu me mudar para São Paulo. Fiz mais uma revisão no texto para não ficar parado e percebi que ele ainda não era o que eu queria. Mas, feliz, notei que estava chegando lá.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais tempo se passou e apareceu a editora Draco, meio de surpresa, interessada em um grupo de contos que eu havia ajudado a organizar em cima de uma idéia minha nascida num chat. Esses contos viraram os <a  rel="nofollow" href="http://editoradraco.com/catalogo/" target="_blank">volumes 1 e 2 da Coleção Imaginários</a>, hoje bem conhecida dos leitores de fantasia, terror e ficção-científica. Graças a eles, passei a ter contato com o editor Erick Santos e, depois de muito papo, apresentei o Neon Azul a ele. Quase numa compulsão, pedi um tempo para rever o livro inteiro antes de mandar.</p>
<p style="text-align: justify;">E assim eu fiz. Tudo revisto, enviei para o editor, que me devolveu com algumas observações. Nova revisão e cheguei à versão final. Nesses quase cinco anos de mexidas, reescrevi 3 capítulos inteiros (inclusive o final), mudei vários detalhes dos demais, e  finalmente encontrei o livro que queria mostrar ao público. Caray! O Neon Azul estava pronto. Acho que é por isso que me espanto quando um autor coloca o ponto final num texto e envia no dia seguinte para a editora. Ou quando envia sem revisar textos escritos anos atrás.</p>
<p style="text-align: justify;">O engraçado é que o Neon Azul nasceu bem antes de eu descobrir que existia algo chamado Fantasia Urbana fazendo sucesso no mercado estrangeiro. Então, posso dizer que a urban fantasy sempre esteve no meu DNA, mesmo quando eu não sabia disso. Sou um ser urbano, e isso se reflete nos meus escritos, sejam os personagens prostitutas  ou demônios engarrafados.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas estou fugindo do assunto. Queria mesmo era dizer que lá atrás, quando terminei o Neon, entrei numa nóia de que era um autor de 4 histórias. Tinha escrito as quatro e não sabia mais por onde seguir. E agora cá estou eu preparando mais dois livros de fantasia urbana e rascunhando a nova versão do Dante, que já tem nome, engrenagens e tudo.</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto eu escrevo e reescrevo esses livros inifinitamente (desculpem pela ansiedade com o livro de magos), espero que vocês curtam, leiam, comentem bastante o Neon Azul. Como sabem agora, ele é fruto de anos de trabalho e do respeito que eu sinto por essa figura tão esquecida  nos debates literários chamada leitor. É o que eu tenho de melhor&#8230; pelo menos até o próximo.</p>
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		<title>Guild Wars</title>
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		<pubDate>Sat, 10 Jul 2010 03:10:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eric Novello</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ainda morava no Rio quando conheci o Guild Wars, bem antes de ser vendido aqui no Brasil em tudo quanto é canto. O visual sem graça do WoW nunca me atraiu, cara de desenho de criança, e eu não curto desenho animado, call me heartless. Já o do Guild Wars me chamava bastante atenção. Apesar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Ainda morava no Rio quando conheci o Guild Wars, bem antes de ser vendido aqui no Brasil em tudo quanto é canto. O visual sem graça do WoW nunca me atraiu, cara de desenho de criança, e eu não curto desenho animado, call me heartless. Já o do Guild Wars me chamava bastante atenção. Apesar de hoje eu não ter tempo nem para dormir e o viciado ser o David, quem começou a busca por um <a  rel="nofollow" href="http://www.mmorpg.com/" target="_blank">MMORPG</a> fui eu. Queria um jogo que permitisse evolução de personagem e interação com gente de &#8216;verdade&#8217; ao mesmo tempo. O David hoje segue nas asas do AION, enquanto eu espero o lançamento de Guild Wars 2, prometido para sabe-se zeus quando. Uma mistura de ansiedade com surtos de bom senso que me dizem que não terei tempo para jogá-lo.</p>
<p style="text-align: justify;">Lá nos primórdios, fiz uma pesquisa na Internet, testei alguns e acabei esbarrando no título. Atração fatal. Para começar, ele apresentava as minhas duas classes preferidas: Necromancer e Ranger com pets. Modéstia à parte, eu era muito bom. Acho que você descobre que é nerd de verdade quando sente saudade de um personagem virtual. Mexendo no meu flickr, encontrei fotos do Storm, meu lobo de estimação, e me bateu uma puta nostalgia. Lembro que na época cheguei a escrever para os criadores perguntando se não queriam lançar romances baseados no jogo aqui no Brasil. Só fanfic, responderam, aí não aconteceu.</p>
<p style="text-align: justify;"><a  rel="nofollow" href="http://ericnovello.com.br/wp-content/uploads/2010/07/eric_wolf_guildwars.jpg" class="thickbox no_icon" title="Eric Wolf, meu ranger, de armadura completa"><img class="alignleft size-medium wp-image-12414" style="border: 2px solid black; margin: 2px;" title="Eric Wolf, meu ranger, de armadura completa" src="http://ericnovello.com.br/index.php?feedimage=wp-content/uploads/2010/07/eric_wolf_guildwars-300x183.jpg" alt="" width="300" height="183" /></a><a  rel="nofollow" href="http://ericnovello.com.br/wp-content/uploads/2010/07/eric_wolf_guildwars2.jpg" class="thickbox no_icon" title="Eric Wolf em início de carreira com o Storm. "><img class="alignleft size-medium wp-image-12415" style="border: 2px solid black; margin: 2px;" title="Eric Wolf em início de carreira com o Storm. " src="http://ericnovello.com.br/index.php?feedimage=wp-content/uploads/2010/07/eric_wolf_guildwars2-300x183.jpg" alt="" width="300" height="183" /></a></p>
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		<title>Melhores do Ano e RPGCon</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Jun 2010 18:33:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eric Novello</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura e HQ]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[steampunk]]></category>

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		<description><![CDATA[Duas notícias rápidas! Primeiro quero compartilhar a felicidade de ter ganhado o prêmio Melhores do Ano 2010 organizado pela Ana Cristina Rodrigues. O prêmio é voltado para a área de literatura especulativa e eu ganhei como melhor colunista/resenhista, graças aos textos publicados no Aguarrás, e como melhor site informativo, pelo falecido Fantastik, empatando na primeira [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Duas notícias rápidas! Primeiro quero compartilhar a felicidade de ter ganhado o prêmio Melhores do Ano 2010 organizado pela Ana Cristina Rodrigues. O prêmio é voltado para a área de literatura especulativa e eu ganhei como melhor colunista/resenhista, graças aos textos publicados <a  rel="nofollow" href="http://www.aguarras.com.br/" target="_blank">no Aguarrás</a>, e como melhor site informativo, pelo falecido Fantastik, empatando na primeira posição com o <a  rel="nofollow" href="http://www.homemnerd.com.br/" target="_blank">Homem Nerd.</a></p>
<p style="text-align: justify;">Como não pedi nenhum voto para amigos e parentes, fico muito feliz com o resultado. Você pode conhecer os demais vencedores no blog <a  rel="nofollow" href="http://cidadephantastica.blogspot.com/2010/06/melhor-coletanea-do-ano.html" target="_blank">Cidade Phantástica</a>, do Romeu Martins.</p>
<p style="text-align: justify;">Foi lá também que descobri que minha participação no <a  rel="nofollow" href="http://cidadephantastica.blogspot.com/2010/06/sobre-o-rpgcon-2010.html" target="_blank">RPGCon</a> foi confirmada! Estarei ao lado de Richard Diegues, Gian Celli, Cris Lasaitis, Douglas MCT e José Roberto Vieira falando de literatura fantástica, com destaque para o gênero SteamPunk.</p>
<p style="text-align: justify;">O convite ocorreu graças à minha participação na coletânea Vaporpunk da <a  rel="nofollow" href="http://editoradraco.com/" target="_blank">editora Draco</a>, organizada pelo mestre da história alternativa Gerson Lodi-Ribeiro, com autores do Brasil e de Portugal. Pelo que tive oportunidade de ver, é um um livro muito bom que vai deixar os fãs do gênero babando. Meu conto mistura metamorfos e steam, numa história passada na época de D. Pedro II. Deu um trabalho do cão fazer a pesquisa, então espero que os steamers curtam bastante.</p>
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		<title>Telefone sem fio</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Jun 2010 13:57:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eric Novello</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pessoal]]></category>

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		<description><![CDATA[Enquanto o som das vuvuzelas do apocalipse domina as ruas lá fora, resolvi escrever um post esclarecendo alguns projetos que está todo mundo confundindo no melhor estilo telefone sem fio. Então, vamos lá:   1 &#8211; Eric, você vai lançar o livro de magos agora, né? Não. Eu ia correr com o livro de magos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Enquanto o som das vuvuzelas do apocalipse domina as ruas lá fora, resolvi escrever um post esclarecendo alguns projetos que está todo mundo confundindo no melhor estilo telefone sem fio. Então, vamos lá:</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">1 &#8211; Eric, você vai lançar o livro de magos agora, né?</p>
<p style="text-align: justify;">Não. Eu ia correr com o livro de magos por causa do filme de Alice. Mas como o projeto cresceu e meu tempo encolheu, ele agora será lançado em 2011. Estou escrevendo com calma, colhendo opiniões de beta-readers. Preparando um universo onde possa escrever diversas histórias.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">2 &#8211; Ué, então o Neon Azul não tem magos?<br />
Não. O Neon Azul conta a história de um barzinho onde coisas estranhas acontecem. Tem um gerente que não dorme nunca, um advogado com diabo na garrafa, um assassino que atravessa espelhos, e por aí vai. Sairá agora no segundo semestre, pela Draco, provavelmente em agosto. É de longe o meu filho predileto. Ansioso pelo lançamento.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">3 &#8211; Então por que eu estou confundindo os dois?</p>
<p style="text-align: justify;">Porque no conto que eu escrevi para o Paradigmas 1, o mago Ícaro Pagani, protagonista do livro de magos, toma um drinque no Neon Azul. O universo é o mesmo, os livros são diferentes.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">4 &#8211; Algum projeto no meio?</p>
<p style="text-align: justify;">Sim. Um de fantasia urbana que estou escrevendo no momento. Mistura desilusões amorosas, deuses egípcios e blues. É o que posso dizer por enquanto.Por que ele furou a fila? Por ser menor.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">5 &#8211; E o Dante? Lembro de ter lido aqui que você ia relançá-lo.</p>
<p style="text-align: justify;">É mais uma idéia do que um projeto. Estou relendo o livro e rascunhando as modificações. Sai a referência a vampiros, entra mitologia romana. Então teremos Marte, Júpiter e Vênus virando a vida do protagonista de pernas para o ar. Não estranhe se esbarrar com uma Quimera ou similares também.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">6 &#8211; Você e a Naza são a mesma pessoa?</p>
<p style="text-align: justify;">Não. Os olhos são castanhos, mas o resto é diferente.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">7 &#8211; Você pode contar do que se trata a nova série da Nazarethe Fonseca?</p>
<p style="text-align: justify;">Não posso, até porque eu não sei. Ela ainda está elaborando os personagens. Antes disso, tem o livro 3 e o livro 4 da série Alma e Sangue pela frente.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">8 &#8211; Você fez o copidesque de Alma e Sangue III &#8211; O Pacto dos Vampiros?</p>
<p style="text-align: justify;">Não. Mas estou com ele aqui no HD, lendo antes de todo mundo. Hehe.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">9 &#8211; E você não tinha um seriado para a Web?</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda tenho. Mas ele evoluiu para algo bem maior agora. Prefiro contar só quando o diretor falar o primeiro &#8220;gravando!&#8221;. Mas a idéia não morreu não. Se vocês acham que o mundo da literatura gira lentamente, precisam conhecer o do audiovisual.</p>
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		<title>Fronteiras da fantasia 5</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Jun 2010 01:33:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eric Novello</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura e HQ]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[fantasia]]></category>
		<category><![CDATA[fronteiras da fantasia]]></category>

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		<description><![CDATA[Um dos grandes riscos de quem lida com o fantástico é deixar que o universo de possibilidades engula a própria literatura. Em uma das melhores mesas que já vi no Fantasticon, Nelson de Oliveira, Ronaldo Bressane, Santiago Nazarian e Kizzy Ysatis discutiam suas práticas de escrita quando o Santiago jogou no ar a seguinte provocação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Um dos grandes riscos de quem lida com o fantástico é deixar que o universo de possibilidades engula a própria literatura. Em uma das melhores mesas que já vi no Fantasticon, Nelson de Oliveira, Ronaldo Bressane, Santiago Nazarian e Kizzy Ysatis discutiam suas práticas de escrita quando o Santiago jogou no ar a seguinte provocação (nas minhas palavras, não lembro mais as dele): que autores de gênero teriam um compromisso maior com o gênero do que com o texto, enquanto autores de literatura do cotidiano teriam um compromisso maior com a palavra e o refinamento das frases. Desde então, quando estou entre autores de literatura fantástica, levanto essa bola. A última vez, no podcast Papo na Estante, acabamos concordando que ainda há muito espaço para se melhorar. Generalizar nunca é o caso, mas pensando em todos os contemporâneos de literatura fantástica que li, o Santiago não deixa de ter razão. Alguns escritores de fantasia passam mais tempo pensando em seus universos do que no próprio texto. Parece ser mais importante definir o comércio entre &#8220;orcs&#8221; e &#8220;elfos&#8221; e colorir de canetinha o mapa das terras inabitáveis de Asgard  do que aprimorar as ferramentas de escrita e entregar ao leitor um texto forte por si só. Utilizando o audiovisual como exemplo, quero dizer que uma boa equipe de efeitos especiais não deve ser mais importante do que o diretor e o roteirista na composição do que se apresenta. Antes de pensar na equipe de 3D, converse com o seu diretor de fotografia, o cara que saca das sutilezas.</p>
<p style="text-align: justify;"><a  rel="nofollow" href="http://ericnovello.com.br/wp-content/uploads/2010/06/Annabel-e-Sarah.jpg" class="thickbox no_icon" title="Annabel, na PopArt de Erick Santos."><img class="alignleft size-medium wp-image-12226" title="Annabel, na PopArt de Erick Santos." src="http://ericnovello.com.br/index.php?feedimage=wp-content/uploads/2010/06/Annabel-e-Sarah-200x300.jpg" alt="" width="160" height="240" /></a>Assim, sempre aconselho autores de fantasia a lerem mais literatura realista, a.k.a. mainstream. Na hora de resolver uma cena, de apresentar o clímax, autores realistas não podem sacar bolas de fogo do chapéu nem dentes pontudos da cartola. Seus recursos são a diegese firmada desde a primeira página, o processo de mudança dos personagens e a literatura por si só (o que não significa que todos eles escrevam bem). Efeitos especiais não são permitidos, Sr. Spielberg. Se um autor de fantasia conseguir dominar esses recursos, será capaz de oferecer um livro sólido e de alcance mais amplo.</p>
<p style="text-align: justify;">Venho tentando entender e, quando possível, ajudar a nova geração de autores de fantasia a criar suas obras, porque acredito que o fantástico tem de fato um papel dentro do universo maior da literatura. Pedi então para o novíssimo autor Jim Anotsu, que lançou esse ano Annabel e Sarah, participar da série Fronteiras da Fantasia, representando não só autor, como também o jovem em questão.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Muita gente desenvolve seu gosto pela leitura através de livros de fantasia, ficção-científica, chick-lits. Então temos aí um dos fatores que tanto permitem a aproximação entre livros e leitores. Não acho que uma pessoa seja introduzida no mundo da literatura por Philip Roth ou Joyce&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Perguntei também como ele lida com os dilemas da fantasia e se ele tinha alguma estratégia para fugir das armadilhas de um texto fantástico:</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;O fantástico é muito importante  numa história, mas aquilo que conecta  uma pessoa ao texto é o elemento com o qual ela pode se identificar. Se  pegarmos os grandes clássicos da literatura fantástica, eles não foram  imortalizados porque o monstro-polvo-rosa-choque é maior do que alguma  criatura que veio antes&#8221;. <br />
 <a  rel="nofollow" href="http://ericnovello.com.br/wp-content/uploads/2010/06/annabel_-mesclada.jpg" class="thickbox no_icon" title="Annabel na versão de Maria Claudia Muller"><img class="alignleft size-medium wp-image-12227" title="Annabel na versão de Maria Claudia Muller" src="http://ericnovello.com.br/index.php?feedimage=wp-content/uploads/2010/06/annabel_-mesclada-154x300.jpg" alt="" width="154" height="300" /></a>Seguindo a linha de raciocínio de que o fantástico é um recurso extra, que vem para somar, não para confundir, ele acrescenta: &#8220;Não se pode separar o elemento humano do fantástico, você pega todas  essas coisas, idéias, o Caos Cremoso que Andre Gide comenta em &#8216;Diários  dos Moedeiros Falsos&#8217;, e bate até que surja uma massa homogênea&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Como o Jim tem uma percepção diferente da criação de mundos, pedi para ele falar como é o uso da fantasia no seu universo adolescente.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;A fantasia em “Annabel &amp; Sarah” é o tíquete de metrô que permite você ler a história e acreditar nela. Então em primeiro lugar, ela aceita as duas garotas em posições e lugares que de outras formas elas não conheceriam. É a fantasia que cria o pacto de confiança entre as três entidades: leitor, narrador e personagem.  Em &#8216;Annabel e Sarah&#8217;, o uso da fantasia está em cada página, nos animais falantes que Annabel conhece ou na cidade de Allegria com sua ditadura da felicidade. E o leitor prossegue na história porque algum sentimento, alguma coisa ali é real o suficiente para criar uma identificação. Eu sabia desde o início que eu deveria tentar escrever a fantasia mais delirante possível, mas de uma forma que fizesse com que o leitor ainda se identificasse com eles. Porque se você retirar, por exemplo, Dean Chinaski, uma raposa delinqüente, do seu contexto, terá um jovem perdido como muitos outros por aí&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Para fechar, Jim Anotsu fala do momento atual da fantasia: &#8220;Estamos vivendo um ótimo momento, muitos autores estão ganhando a chance de mostrar seus trabalhos e as pessoas começam a finalmente respeitar um gênero que durante muito tempo sempre foi a irmã mais feia da ficção científica, mesmo que grandes clássicos como “A Divina Comédia” de Dante ou “A Tempestade” de Shakespeare sejam histórias de fantasia. Eu tenho esperanças de que muitas coisas super bacanas estão vindo por aí&#8221;.</p>
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		<title>Meu amor é o sucesso</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Jun 2010 15:28:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eric Novello</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura e HQ]]></category>
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		<category><![CDATA[lançamentos]]></category>
		<category><![CDATA[vampiros]]></category>

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		<description><![CDATA[Okay, okay. Ainda não conquistei o mundo. Estou pensando em começar pela Colômbia, Nova Zelândia talvez. Mas nesse post estou falando dos pequenos sucessos, dos que nos fazem seguir em frente e matar um leão por dia com um sorriso no rosto, sabendo que uma grande jornada é feita de pequenos passos. Queria agradecer a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a  rel="nofollow" href="http://ericnovello.com.br/wp-content/uploads/2010/06/DSCN9081.jpg" class="thickbox no_icon" title="Eu e Janaína Chervezan, organizadores."><img class="alignleft size-medium wp-image-12214" title="Eu e Janaína Chervezan, organizadores." src="http://ericnovello.com.br/index.php?feedimage=wp-content/uploads/2010/06/DSCN9081-225x300.jpg" alt="" width="149" height="198" /></a>Okay, okay. Ainda não conquistei o mundo. Estou pensando em começar pela Colômbia, Nova Zelândia talvez. Mas nesse post estou falando dos pequenos sucessos, dos que nos fazem seguir em frente e matar um leão por dia com um sorriso no rosto, sabendo que uma grande jornada é feita de pequenos passos.</p>
<p style="text-align: justify;">Queria agradecer a todos que apareceram no lançamento de <a  rel="nofollow" href="http://editoradraco.com/2010/04/meu-amor-e-um-vampiro-primeiro-volume-da-colecao-amores-proibidos/" target="_blank">Meu Amor é um Vampiro</a> e aos que torceram de longe também.  O lançamento foi um sucesso, um clima muito gostoso de mission accomplished, cheio de amigos e presenças vampirescas ilustres. Fica um abraço também aos fãs crepusculares que deram um gostinho diferente à noite. Não sei o nome de todo mundo, mas espero esbarrar com vocês por aí em outros eventos.</p>
<p style="text-align: justify;">No meio literário (e em qualquer outro) tem muita gente que fala mal e torce contra, não interessa o objeto em questão. O importante é torcer pelo fracasso alheio numa tentativa de compensar as próprias frustrações. Mas essas pessoas têm uma vida tão ruim, são tão losers, tão miseráveis, que fico com a certeza de que cada um colhe o que planta e, que me desculpem essas pessoas, continuarei sorrindo e fazendo o meu melhor.</p>
<p style="text-align: justify;"><a  rel="nofollow" href="http://ericnovello.com.br/wp-content/uploads/2010/06/DSCN9092.jpg" class="thickbox no_icon" title="Os convidados vampirescos Lorde A e Martha Argel, e o editor Erick Santos."><img class="alignleft size-medium wp-image-12215" title="Os convidados vampirescos Lorde A e Martha Argel, e o editor Erick Santos." src="http://ericnovello.com.br/index.php?feedimage=wp-content/uploads/2010/06/DSCN9092-300x225.jpg" alt="" width="210" height="158" /></a>Minha certeza de sucesso é saber que além de cuidar do que é meu, estou ajudando outras pessoas a chegarem lá. A Naza está aí que não me deixa mentir. Depois de muito sufoco, best-seller absoluto, ano que vem  lança o quinto livro e já se prepara para uma nova série. Nesse fim de semana, foi muito gostoso ver as autoras que estão sendo publicadas pela primeira vez em papel, nervosas só de estarem ao lado de veteranas, podendo falar com o público, de mãos tremendo  e olhos brilhando. Não tem recompensa maior do que saber que fiz parte disso. De bônus, ainda ganho novos amigos no percurso. Obrigado Draco por apostar na idéia.</p>
<p style="text-align: justify;">Abrir portas individuais pode ser mais prático, é muito mais fácil, se bobear dá até mais status, mas prefiro seguir nesse caminho que me tira o sono e me tira do sério, porque são portas que não se fecham mais e acabam abrindo janelas, portões, passagens secretas. Lá na frente, meus amigos, a gente vê os resultados e faz um brinde de sangue rubro aos miseráveis que ficaram para trás.</p>
<p style="text-align: justify;">Para fotos do lançamento:  <a  rel="nofollow" href="http://picasaweb.google.com.br/ericksama/MeuAmorEUmVampiroLancamento#" target="_blank">Picasa da Draco Editora</a> e <a  rel="nofollow" href="http://www.adoravelnoite.com/meuamoreumvampiro.html" target="_blank">Site Adorável Noite</a>.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">ps. que frio é esse, minha gente?</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
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		<title>FantaZine</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Jun 2010 13:38:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eric Novello</dc:creator>
				<category><![CDATA[Literatura e HQ]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[zines]]></category>

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		<description><![CDATA[Acabo de descobrir, ligeiramentre atrasado, um novo e-zine de literatura fantástica organizado pelo Alex Bastos e pelo Lucas Rocha, duas figurinhas carimbadas da minha timeline. Apesar do nome, a FantaZine não tem o patrocínio da Coca-Cola. Essa revista traz na capa uma imagem já clássica de True Blood, entrevista com a Giulia Moon, material do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a  rel="nofollow" href="http://revistafantazine.blogspot.com/2010/06/fantazine-numero-1.html"><img class="alignleft size-medium wp-image-12203" title="Cópia de Convite Fantazine" src="http://ericnovello.com.br/index.php?feedimage=wp-content/uploads/2010/06/Cópia-de-Convite-Fantazine-226x300.jpg" alt="" width="226" height="300" /></a>Acabo de descobrir, ligeiramentre atrasado, um novo e-zine de literatura fantástica organizado pelo Alex Bastos e pelo Lucas Rocha, duas figurinhas carimbadas da minha timeline. Apesar do nome, a FantaZine não tem o patrocínio da Coca-Cola. Essa revista traz na capa uma imagem já clássica de True Blood, entrevista com a Giulia Moon, material do crítico Antônio Luiz Costa, das autoras Ana Lúcia Merege e Rita Maria Félix, entre outros. Foi através de um post da Rita que fiquei sabendo da revista. Estávamos mesmo precisando de novos zines na área e acho que estão nascendo do lugar certo dessa vez. Fazer sempre ajuda a entender o trabalho por trás de cada iniciativa.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Mr. Alex comenta o que motivou a criação da revista virtual: &#8220;A FantaZine surgiu de certa maneira de um remorso meu, fiquei um tempo afastado da internet e quando voltei descobri a quantidade e a qualidade de material bom produzido pelo pessoa da Literatura Especulativa daqui&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Notei que não havia nada como uma revista de divulgação deste ramo, guardei a ideia por um tempo e depois a dividi com o Lucas Rocha que topou me ajudar a recolher o melhor do material. Como ainda estávamos na onda dos vampiros decidimos fazer uma edição especial sobre o tema. Com a mão mágica da Rita Maria Felix conseguimos finalizá-la&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;A intenção é simplesmente divulgar o material de qualidade, seja ele de pessoas conhecidas ou não. Outros países já tiveram êxito, vide Portugal com a Bang! – que teve 16 mil downloads na terceira edição -, esperamos conseguir esse reconhecimento também&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Se você curte Fantasia, Terror e Ficção-científica, <a  rel="nofollow" href="http://revistafantazine.blogspot.com/2010/06/fantazine-numero-1.html" target="_blank">não deixe de clicar</a>.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
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		<title>A gataria</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Jun 2010 08:53:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eric Novello</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Pop e Art]]></category>
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		<description><![CDATA[Enquanto meu MaineCoon não chega, faço aqui a propaganda de dois projetos felinos envolvendo a dupla dinâmica Ana Cristina Rodrigues e Estevão Ribeiro. O Estevão, autor da série de tirinhas Os Passarinhos, está escrevendo faz um tempo O Livro dos gatos, e tem postado imagens lá no blog dos birds. Ele já vinha flertando com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a  rel="nofollow" href="http://ericnovello.com.br/wp-content/uploads/2010/06/05_ogatuno00.jpg" class="thickbox no_icon" title="Gatuno_Estevão_Ribeiro"><img class="alignleft size-medium wp-image-12195" title="Gatuno_Estevão_Ribeiro" src="http://ericnovello.com.br/index.php?feedimage=wp-content/uploads/2010/06/05_ogatuno00-300x300.jpg" alt="" width="168" height="168" /></a>Enquanto meu MaineCoon não chega, faço aqui a propaganda de dois projetos felinos envolvendo a dupla dinâmica Ana Cristina Rodrigues e Estevão Ribeiro. O Estevão, autor da série de tirinhas Os Passarinhos, está escrevendo faz um tempo O Livro dos gatos, e tem postado imagens lá no blog dos birds. Ele já vinha flertando com os felinos nas tirinhas. Migalhas e Ágata Triste de vez em quando dão uns sustos nos pássaros Hector e Afonso. O pobre do Hector tem, inclusive, um caso virtual com a Ágata e ainda não sacou os interesses culinários da suposta namorada. <a  rel="nofollow" href="http://pt-br.wordpress.com/tag/o-livro-dos-gatos/" target="_blank">O Livro dos gatos</a> traz um time diferente e me parece mais poético e menos centrado no humor. Digo isso pelo traço, sem nenhum conhecimento de texto. Já a Ana colocou no ar <a  rel="nofollow" href="http://novegatos.wordpress.com/" target="_blank">A Casa dos Nove Gatos</a>, um blog-livro que me parece baseado em fatos reais dada a emoção da história, mas posso estar enganado também. Fala de uma dona de gatos que, ao levar sua gatinha doente para uma UTI para autorizar o veterinário a sacrificá-la, recebe uma proposta do Rei dos Gatos, no melhor estilo As Mil e uma Noites. Um jeito nobre de mantê-la viva na memória.</p>
<p style="text-align: justify;">Para relaxar, um <a  rel="nofollow" href="http://ospassarinhos.wordpress.com/2010/05/29/cartoes-e-gatos/" target="_blank">cartão bem-humorado</a> com participação da Velhinha da Pipoca (só para os olhos atentos).</p>
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