Tenho duas namoradas
A música e a poesia
Que ocupam minhas noites
Que acabam com meus dias
Uma fala sem parar
A outra nunca desliga
Não consigo separar
Duvido d o dó que alguém consiga
Cantar é saber juntar
Melodia, ritmo e harmonia
Se eu tivesse que optar
Não sei qual eu escolheria
Tem vez que o caso é comigo
Tem vez que sou só sentinela
Xifópagas, caso antigo,
Tem vez que é só entre elas
Nenhum instante se deixam
Grudadas pelas costelas
Nenhum segundo me largam
Também eu não largo delas
Na voz de Zelia Duncan, composta por Itamar Assumpção e Alice Ruiz. CD Pelo Sabor do Gesto, acabou de sair do forno.

Eu sinceramente acho meio complexo viver sem poesia.
Tá, o oxigênio deve dar conta de manter o corpo funcionando, mas deve ser uma vida CHATA PRA CA…
Eric,
Eu estava lendo e achando que era sua, embora nunca tenha te visto fazer poesia. Engraçado, mesmo agora que sei que não é sua, continuo sentindo que é.
Curti o novo visual do blog, não superior ao antigo, mas mais vibrante. ;-)
Eu e a Mila caimos na mesma cilada! Achei que era seu…estava aflita para comentar de uma vez. Mas não foi decepção, afinal, sei que faria algo belo assim…
Mila e Ana, obrigado pelos votos de confiança para meus talentos poéticos. Deve ter sido o tema que enganou vocês :-) Baci.