Vi a palestra sobre Steampunk pela internet hoje de manhã. Pena que havia online tão poucas pessoas. Além de mim, 4 ou 5 (observação: 4 ou 5 acompanhando online no TV Cronópios. Giseli quase me bateu aqui =)). A palestra da tarde com o Horácio e a Ana Cecília foi uma boa surpresa. Quer dizer, eu esperava bastante dela e fiquei feliz de ver alguém falar de Felisberto Hernandes. Ana Cecília ganhou um admirador. Uma pena que só citaram o Murilo Rubião. Se você não conhece, essa semana (acho eu) saem posts publicados no fantastik com direito a link para conto e tudo mais.
Como ponto negativo, quando peguei o microfone para comentar pós-palestra, recebi um “e a sua pergunta qual é?” pela cara. Gostaria de lembrar que eventos como esse acontecem para o público e não para que os seletos convidados falem sozinhos. Se não tiver gente ouvindo, nada daquilo faz sentido. Meu conceito de interatividade envolve o respeito pelo público, pelo menos. Nunca vi uma platéia que só pode se manifestar para fazer perguntas. Fica aqui o registro, achei deveras deselegante a postura. Não sou gado.
ps1. pessoas de ótimo papo que esqueci na minha lista anterior: Marcelo e Edgard. Sempre um prazer trocar umas idéias com vocês! Aliás, mr. Edgard me deu uns toques alicianos bem interessantes :)
ps2. Silvio respondeu minhas críticas aqui nos comentários. Foi super gentil. Mal-entendido resolvido. Sem mais perguntas, Meritíssimo.

Eric, a mesa-redonda steam não tinha não pouca gente assim como tu comentou. Também não lotou, mas não creio que foram menos de 10…
Pois é, ficar só nas perguntas não tem graça…
Oi queridona! Tinha 5 pessoas vendo online. Aliás, de vez em quando filmava a platéia, então deu pra ver que tinha mais gente lá ^^ Bjss!
Lamento que você tenha se sentido desrespeitado quando foi questionado sobre qual era a sua pergunta, Eric. Com certeza, não era a minha intenção. Quem me conhece sabe que jamais trato mal as pessoas, pelo contrário, faço sempre questão de saber o que elas têm para falar e sempre as ouço.
Acontece que você pediu o microfone para fazer uma pergunta, e como não a fez quis saber qual era.
É muito comum em palestras, as pessoas pedirem o microfone e não fazerem perguntas.
Querem “fazer uma colocação”. Acontece que o público que está presente não quer saber de “colocações”, que normalmente demoram e se arrastam, cansando quem está presente.
Além de monopolizarem o microfone, impedindo que outras pessoas possam perguntar,
sabendo que o tempo para as perguntas é sempre muito curto.
Eu entendo que o público está lá para ouvir o que os palestrantes tem para falar e não para ouvir o que platéia tem para comentar.
A hora que o microfone circula é a hora para fazer perguntas. É a hora da platéia tirar dúvidas. É a hora para esclarecer algum ponto que não entendeu. É a hora para pedir mais explicações. Enfim, é a hora para fazer os palestrantes falarem mais, e não para fazer comentários.
A platéia pode, sim, se manifestar e fazer comentários, acho mesmo que isso é fundamental e importantíssimo mas, a hora do microfone é a hora para perguntas, não para discursos.
Novamente, minhas humildes desculpas se o ofendi. Não quis desrespeitá-lo em momento algum.
Silvio Alexandre
que quis saber do Eric qual era a pergunta que ele tinha pra fazer.
Chegay atrasada, não vi a palestra do Bruno Accioly :-(
Valeu o comentário, Silvio. Foi de ouro. Faço meu mea culpa e me desculpo aqui também com você!
Também gostei muito dessa palestra; fiquei curioso com o trabalho de Felisberto Hernandez, que eu ainda não conhecia.
Aparadas as arestas, fica como saldo a excelente palestra da Ana Cecília e do Horário, com menção especial a ótima definição de gêneros feita pela Ana, especialmente acerca das obras de García Márquez e Borges.
Doeu, confesso, quando colocaram o Jorge Amado como cânone do realismo mágico brasileiro (não desmerecendo, deixo claro, sua obra). Porém, como fã confesso do Rubião, senti uma pontada aguda em algum lugar ali do lado esquerdo do peito.
Eu que não fui e desatenta não vi pela TV Cronópios no primeiro dia, vi a excelente palestras de Bráulio Tavares, quem sabe num próximo evento tenho a chance de colher um autográfo.
Tinha tantas coisas para perguntar, falar, gritar, rir (pois pelo que vi teria motivos), conversar, pedir, que agora fico triste por não ter ido, espero q no proximo, e q eu consiga ir, exista o espaço para “as colocações” das pessoas, pois seria muito interessante as opiniões dos demais q se interessam no assunto, afinal, por isso estarão ali, bater um papo e trocar figurinhas.
Mas enfim, ainda bem que existe Fantasticon em SP para tantas descobertas, tantos lançamentos, autografos e bate papos…
Falando nisso preciso escrever a lista de compras… O.o
Ajuda Novello!!!
Beijos.