Participei recentemente de uma entrevista na UNESP e me fizeram a boa e velha pergunta: e como se dá seu processo criativo? Achei divertido perceber que desde o Dante tudo rola da mesma maneira. Eu primeiro preciso ver a matemática das coisas, colocar as idéias no papel, depois organizá-las em blocos, para só então vir para o computador escrever, mesmo que não siga nada daquilo que criei e anotei com tanta disciplina. No Dante – O Guardião da Morte eu ainda não entendia direito que essa não era a divisão do livro e sim dos meus módulos etéreos de construção, por isso você encontra capítulos enormes. No livro novo, o ‘Magos Urbanos’, a dança está se dando de maneira sublime. Vocês vão gostar do resultado. Eu estou curtindo bastante.
Ah! Quem sentiu falta do making of do livro, em novembro ele volta com força total. Acabei de terminar a apresentação do meu Chapaleiro Louco. Deixou o Hannibal no chinelo.

